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D r e a m F a c t o r y

D r e a m F a c t o r y

25.06.17

A culpa é quase sempre fora de nós...

DreamFactory

A nossas frustações, ansiedades, medos, raivas, inquietações, inseguranças são parte de nós.

Não gosto da palavra culpa, prefiro responsabilidade porque culpa torna-me impotente, ata-me as mãos, tira-me o poder de agir, de espernear, de ver além, de mudar, de ser mais.

O nosso lado lunar faz parte de nós, desconfio de pessoas felizes 24 horas por dia, isso só existe no Facebook...

Acredito em aceitar esta parte de nós como mais uma fatia do bolo, algo que está lá, como estão muitas outras fatias e camadas, algo que faz parte de mim, mas que não sou eu.

Aceitando que sou muito mais que aquela fatia, é quase como se passasse a ouvir toda a orquestra em vez de só um instrumento.

Eu quero a responsabilidade da batuta, o poder de criar harmonias, de por vezes escutar os solos e de introduzir novas notas quando entender que é preciso mudar.

A responsabilidade ao contrário da culpa, está sempre dentro de nós.

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21.05.17

Esperança, sempre!

DreamFactory

Aprendi que existem pelo menos dois tipos de esperança.

Uma esperança que vem do verbo esperar. Aqueles que esperam que as coisas mudem, esperam que melhore, esperam que algo aconteça, esperam que o parceiro (a) ou que a sorte mude. Aqueles que apenas reagem aos embates do dia a dia, desejando que tudo corra bem.

E a esperança do verbo esperançar, que vive naqueles que correm atrás, que constroem a sorte, que fazem acontecer, que acreditam, agem e persistem enquanto existir 1% de hipótese. Aqueles que vão dormir a imaginar como podem fazer diferente, mais e melhor.

Esperançar dá muito trabalho, é difícil, parece uma corrida de obstáculos…esperar que o vento mude é muito mais confortável, mas dificilmente nos faz sair do lugar e chegar onde queremos chegar.

Que tipo de esperança trazes hoje no peito?

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02.04.17

O TEU TRABALHO ÉS TU?

DreamFactory

Muitas vezes achamos que o nosso trabalho nos define e que contém em si todas as respostas para que as coisas nos corram bem.

Não é à toa que quando nos apresentamos, colamos ao nosso nome a nossa profissão e muito raramente, nos apresentamos dizendo quem realmente somos, o que gostamos, o que é importante para nós…

É ao trabalho que vamos buscar reconhecimento, em que apostamos as nossas fichas, é dele que esperamos recompensa e autoridade.

E quando nos trocam as voltas e sentimos que nos puxam o tapete? Quando deixa de existir um trabalho que nos defina? Quando deixamos de nos identificar?…. Até gaguejamos cada vez que nos temos que apresentar.

Parece que fomos atropelados, que mal respiramos, que não há luz ao fim do túnel. Perdidos na rotina dos dias, num mundo que teima em girar enquanto parece que estamos suspensos num limbo.

Acredito hoje, que somos muito mais do que a dimensão Trabalho, que esta não nos define, não é tudo o que nós somos, é apenas mais uma parte de quem somos.

Diz a mente racional e a crença instalada que sem trabalho não há dinheiro, não é isto que desafio, pois todos temos contas para pagar…

O desafio é mesmo quando nos tiram o tapete, quando nos sentimos despidos de quem julgamos ser, acreditarmos e sabermos e recordarmos que somos muito mais do que só e apenas aquilo, que somos capazes de coisas maravilhosas e que mais cedo ou mais tarde, vamos voltar a encontrar um lugar ao sol, ainda que este, possa eventualmente ser diferente daquilo que conhecemos.

Chorar as lágrimas e frustrações guardadas, mas depois pedir ajuda, encontrar alternativas, entender que temos em nós várias vertentes, que as coisas são relativas, aceitar o que não podemos mudar e lutar, lutar sempre para mudar o que depende de nós, lutar para sorrir…um dia de cada vez…

 

Atreves-te a acrescentar mais um capítulo à tua história?

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05.03.17

A Força de Acreditar

DreamFactory

Por vezes sabemos que temos que mudar de caminho, existe algo dentro de nós que nos grita que o caminho não é por ali…e ainda assim deixamos ficar, optamos por nos aninhar no nosso desconforto, porque já o conhecemos e sabemos os cantos à casa.

Desconfio dos juízos de valor, porque acredito que todos os seres humanos fazem o melhor que podem face às circunstâncias em que estão e ainda mais importante, face ás opções que conseguem ver no momento.

A força motriz é acreditar que pode haver mais e melhor, as possibilidades são infinitas e temos o dever para connosco de usufruir deste presente maravilhoso que é a Vida.

Acredita em TI, Todos os Dias

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