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D r e a m F a c t o r y

D r e a m F a c t o r y

15.10.17

Recordações

DreamFactory

Que bem que sabe, por vezes fechar os olhos e viajar até um tempo em que a grande decisão era se jogamos ao elástico ou à sirumba , um tempo em que os encontros se davam perto da bola Nívea e iamos de comboio para a praia, em que os vizinhos nos conheciam pelo nome e mesmo sem sabermos estavam a olhar por nós, um tempo que não se ia a casa fazer xixi, para não ficar e a mãe chamava à janela...várias vezes...um tempo de longos passeios de bicicleta, jogos de basket, sacos de água no carnaval, carrinhos de rolamentos, conversas intermináveis ao telefone e em que ficar sentado na porta de casa, com os amigos, era a melhor coisa do mundo.

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11.06.17

O que é que realmente queremos?

DreamFactory

A maioria pensa, o óbvio, ser feliz, ter saúde, dinheiro, ser amado, para quem tem filhos vê-los crescer e tornarem-se boas pessoas, ter sucesso…

Acredito que 99% de nós queremos algumas destas coisas, mas quando colocamos tudo isto num funil para entender o que te faz feliz a ti, que seguramente será diferente do que me faz feliz a mim…fica cada vez mais difícil de responder.

Vivemos a correr e por vezes nem temos tempo para olhar para nós e rever ou ver o porquê.

Pára um pouco, olha para dentro de ti e escuta a tua voz interior...

O que motiva a tua acção? O que procuras realmente? O que estás a fazer para a tua meta?

Se o que me faz feliz a mim é ter tempo de qualidade com os meus, o que é que eu estou a fazer de diferente na corrida do dia a dia?

Se ter saúde é para mim é, por exemplo, uma dada imagem no espelho, quantas vezes me mexi esta semana?

Se sinto que preciso de apoio, o que estou a fazer para que a minha relação seja aquilo que eu quero?

Que exemplos quero oferecer aos meus filhos? Colocando a mão na consciência, o que faço realmente?

Se me sinto incompreendido ou desmotivado profissionalmente, que passos estou a dar para mudar isso?

Responder a estas perguntas com a Verdade, por vezes é difícil e magoa.

Faz-nos entender que tudo é subjetivo e aponta o foco para o facto de que a responsabilidade de ir chegando lá, pouco a pouco, está mesmo na nossa mão.

“Não queremos a água, queremos a sensação de matar a sede”

Qual é a TUA sede?

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22.01.17

Parece um buraco no peito…

DreamFactory

Vejo-o muitas vezes, nos olhos e nas palavras de alguns amigos e de estranhos com quem me cruzo.

Há um sentimento latente de desesperança, de que a vidinha é para ir levando, de que não controlamos nada, de que somos apenas como barcos à deriva em mares de tempestade.

Às vezes corre bem, mas rapidamente dizemos que tivemos sorte, daquela vez até correu bem. Um qualquer elogio é imediatamente transformado em justificação…” isto, já é tão antigo…”

Aqueles que ousam querer pensar de outra forma são normalmente vistos de duas formas, ou os sortudos, que nasceram de rabo virado para a Lua e a quem tudo corre sempre bem, sacanas…ou então aquele maluquinho que vê estrelinhas e unicórnios em tudo e a quem a vida vai certamente ensinar uma lição, mais cedo ou mais tarde.

Parece um buraco no peito e é contagioso, este sentimento de tudo corre mal e não consigo fazer nada para mudar isto…queremos sobreviver, por vezes apenas dormir e esperar que passe…

Todos se sentem assim de tempos a tempos, a diferença é depois aquela fagulha que atiça um fogo cá dentro que grita “Tens de lutar, tu consegues, és mais do que isto, tens muito mais para dar, faz alguma coisa…”

Tentamos tantas vezes apagar este fogo, afinal de contas ensinam-nos que a vidinha é para ir levando, e que a segurança é a melhor coisa do mundo, mesmo que doa como o raio.

Há muito sonâmbulos por aí, andam nos autocarros, metros, filas de trânsito, centros comerciais, empresas, até aposto que todos nós conhecemos pelo menos um…

Acredito que é mais do que tempo de ouvir o despertador, e isto não significa abandonar tudo, significa somente saber quem somos e o que nos move, ver o lado positivo do que nos rodeia, ser grato, e acima de tudo entender para onde queremos ir e ir fazendo esse caminho, passo a passo, devagar, mas com convicção.

Traz mais felicidade à tua vida, age para isso de forma consciente, contraria aquela dor no peito que todos temos de tempos a tempos...e se te deixares cair no poço, lembra-te que “o fundo do poço é o melhor lugar para ganhar impulso”

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