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D r e a m F a c t o r y

D r e a m F a c t o r y

A culpa é quase sempre fora de nós...

A nossas frustações, ansiedades, medos, raivas, inquietações, inseguranças são parte de nós.

Não gosto da palavra culpa, prefiro responsabilidade porque culpa torna-me impotente, ata-me as mãos, tira-me o poder de agir, de espernear, de ver além, de mudar, de ser mais.

O nosso lado lunar faz parte de nós, desconfio de pessoas felizes 24 horas por dia, isso só existe no Facebook...

Acredito em aceitar esta parte de nós como mais uma fatia do bolo, algo que está lá, como estão muitas outras fatias e camadas, algo que faz parte de mim, mas que não sou eu.

Aceitando que sou muito mais que aquela fatia, é quase como se passasse a ouvir toda a orquestra em vez de só um instrumento.

Eu quero a responsabilidade da batuta, o poder de criar harmonias, de por vezes escutar os solos e de introduzir novas notas quando entender que é preciso mudar.

A responsabilidade ao contrário da culpa, está sempre dentro de nós.

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O que é que realmente queremos?

A maioria pensa, o óbvio, ser feliz, ter saúde, dinheiro, ser amado, para quem tem filhos vê-los crescer e tornarem-se boas pessoas, ter sucesso…

Acredito que 99% de nós queremos algumas destas coisas, mas quando colocamos tudo isto num funil para entender o que te faz feliz a ti, que seguramente será diferente do que me faz feliz a mim…fica cada vez mais difícil de responder.

Vivemos a correr e por vezes nem temos tempo para olhar para nós e rever ou ver o porquê.

Pára um pouco, olha para dentro de ti e escuta a tua voz interior...

O que motiva a tua acção? O que procuras realmente? O que estás a fazer para a tua meta?

Se o que me faz feliz a mim é ter tempo de qualidade com os meus, o que é que eu estou a fazer de diferente na corrida do dia a dia?

Se ter saúde é para mim é, por exemplo, uma dada imagem no espelho, quantas vezes me mexi esta semana?

Se sinto que preciso de apoio, o que estou a fazer para que a minha relação seja aquilo que eu quero?

Que exemplos quero oferecer aos meus filhos? Colocando a mão na consciência, o que faço realmente?

Se me sinto incompreendido ou desmotivado profissionalmente, que passos estou a dar para mudar isso?

Responder a estas perguntas com a Verdade, por vezes é difícil e magoa.

Faz-nos entender que tudo é subjetivo e aponta o foco para o facto de que a responsabilidade de ir chegando lá, pouco a pouco, está mesmo na nossa mão.

“Não queremos a água, queremos a sensação de matar a sede”

Qual é a TUA sede?

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O futuro não aceita reservas

A velocidade de mudança é tão grande que não existem lugares marcados nem para pessoas nem para empresas no futuro.

Não falo de mudar a toda a hora, mas sim de ter flexibilidade e estar apto para a mudança a qualquer momento.

Inovar não tem de ser sempre criar o inédito, pode ser também renovar o antigo.

Mas mudar dá trabalho, quando se opta por vestir um colete de forças, quando acreditamos que já sabemos e já vimos tudo, que nada mais há para aprender, quando ficamos impermeáveis e reféns da pobreza de ideias, então começamos lentamente a murchar.

Aceita e abraça a mudança, a novidade.

Quando sentires que o tapete te fugiu, primeiro encontra o teu chão, mas depois calça outros sapatos e segue.

Escolhe um caminho, uma praça, um jardim diferente, dorme do outro lado da cama, troca de lugar no autocarro, estaciona noutro lugar, lê mais, pergunta mais, arrisca conhecer pessoas, sabores e lugares novos.

Perfeito significa terminado e se estamos vivos somos obras a aperfeiçoar, logo muda o que precisa ser mudado enquanto o poder está na tua mão.

EXIT significa saída, mas também significa sucesso.

Reinventa-te, muda, aperfeiçoa-te, explora e VIVE!

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