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D r e a m F a c t o r y

D r e a m F a c t o r y

29.01.17

E se falhar?

DreamFactory

Muitas vezes deixo de fazer coisas porque tenho medo de errar, medo do ridículo, por vezes até medo de conseguir e não saber lidar com isso….

Viver com medo, é como querer conduzir com o travão de mão a meio...não se faz ou faz-se só um bocadinho do que poderia ser…e ficamos sempre a pensar no que poderia ter sido.

Não fazemos porque temos contas para pagar, porque não é para nós, porque não somos os virtuosos, os escolhidos, não temos a imagem, a idade, a experiência, o conhecimento, os conhecimentos…e vamos arranjando justificações que nos permitam olhar o espelho e dar palmadinhas nas nossas costas, enquanto vamos repetindo que se tivéssemos todas as condições, então também fazíamos.

Eu também faço isto, mas algures a meio do processo a palmadinha nas costas vira belinha na testa, e a palavrinha meiga transforma-se em sorriso sarcástico de “tu não fazes porque não queres…por isso volta a falar, quando realmente quiseres fazer” e isto motiva-me para a acção, passo a passo…

Muitas vezes falho, por vezes consigo, o foco é persistir o melhor possível…

E se conseguir?

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22.01.17

Parece um buraco no peito…

DreamFactory

Vejo-o muitas vezes, nos olhos e nas palavras de alguns amigos e de estranhos com quem me cruzo.

Há um sentimento latente de desesperança, de que a vidinha é para ir levando, de que não controlamos nada, de que somos apenas como barcos à deriva em mares de tempestade.

Às vezes corre bem, mas rapidamente dizemos que tivemos sorte, daquela vez até correu bem. Um qualquer elogio é imediatamente transformado em justificação…” isto, já é tão antigo…”

Aqueles que ousam querer pensar de outra forma são normalmente vistos de duas formas, ou os sortudos, que nasceram de rabo virado para a Lua e a quem tudo corre sempre bem, sacanas…ou então aquele maluquinho que vê estrelinhas e unicórnios em tudo e a quem a vida vai certamente ensinar uma lição, mais cedo ou mais tarde.

Parece um buraco no peito e é contagioso, este sentimento de tudo corre mal e não consigo fazer nada para mudar isto…queremos sobreviver, por vezes apenas dormir e esperar que passe…

Todos se sentem assim de tempos a tempos, a diferença é depois aquela fagulha que atiça um fogo cá dentro que grita “Tens de lutar, tu consegues, és mais do que isto, tens muito mais para dar, faz alguma coisa…”

Tentamos tantas vezes apagar este fogo, afinal de contas ensinam-nos que a vidinha é para ir levando, e que a segurança é a melhor coisa do mundo, mesmo que doa como o raio.

Há muito sonâmbulos por aí, andam nos autocarros, metros, filas de trânsito, centros comerciais, empresas, até aposto que todos nós conhecemos pelo menos um…

Acredito que é mais do que tempo de ouvir o despertador, e isto não significa abandonar tudo, significa somente saber quem somos e o que nos move, ver o lado positivo do que nos rodeia, ser grato, e acima de tudo entender para onde queremos ir e ir fazendo esse caminho, passo a passo, devagar, mas com convicção.

Traz mais felicidade à tua vida, age para isso de forma consciente, contraria aquela dor no peito que todos temos de tempos a tempos...e se te deixares cair no poço, lembra-te que “o fundo do poço é o melhor lugar para ganhar impulso”

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15.01.17

Somos o que pensamos?

DreamFactory

Em conversa com uma amiga muito querida, surgiu a partilha de uma crença enraizada

“…nada funciona comigo, já experimentei tudo e nada funcionou comigo. Isso é muito bonito, mas não é para mim”

Eu olho para ela como olhei no dia em que nos conhecemos e vejo um potencial enorme e fantástico, vejo uma mulher forte e com muita vida pela frente. Também vejo alguém que encontra conforto no desconforto dessa luta interior que é, “eu quero mudar, quero que seja diferente, mas nada funciona comigo, logo nem vale a pena tentar.”

Já todos nós fomos, em diferentes contextos, em alguma altura da nossa vida esta pessoa.

Para fazer e ser diferente é preciso querer a mudança, com toda a sua beleza e também com os seus espinhos, é preciso perseverar, porque vai existir um tempo em que já não se é lagarta, mas também ainda não se é borboleta, é preciso acreditar em si próprio, acreditar que é possível, um passo de cada vez.

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